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Cursos
/ Oficinas realizados: |
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01- |
Conhecimentos Básicos
e aplicados de Metodologias
de Manejo de trilhas: VIM, LAC, ROS, CAPACIDADE
DE CARGA e VERP |
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Instrutor:
Drª Vivian Castilho da
Costa |
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Conteúdo:O
uso de metodologias no planejamento e manejo de
trilhas vem se consolidando no exterior e no Brasil.
Neste sentido este curso fornece uma base teórica/conceitual
sobre o conhecimento de softwares aplicados a esses
estudos, mediante
apresentação dos conceitos fundamentais
sobre os principais sistemas (metodologias) de planificação
das atividades turísticas em trilhas, quais
sejam: medições quantitativas de visitação
(capacidade de carga), medições qualitativas
de impactos (Manejo de Impacto de Visitação
- VIM/MIV), tipo de uso e comportamento dos visitantes
(Limite Aceitável de Câmbio - LAC e
VERP) e conhecimento sobre os recursos disponíveis
e oportunidades oferecidas e soluções
esperadas em uma área natural (ROS - Espectro
de Oportunidades Recreativas).
As
atividades práticas foram calcadas em demonstrar
como criar um projeto utilizando as metodologias
abordadas em sala de aula, a fim de que fossem
sugeridas as áreas potenciais ao desenvolvimento
do Zoneamento (Eco)turístico apropriado
e/ou um Plano de Manejo adequado para as Trilhas
em uma Unidade de Conservação.
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02- |
Uso de SIG (Sistema de informação
Geográfica) no mapeamento de Trilhas |
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Instrutor:
Drª Vivian Castilho da
Costa |
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O
uso de softwares de Sistema de Informação Geográfica
(SIG ou GIS) vem sendo disseminado cada vez mais,
principalmente como uma ferramenta útil, subsidiando
e promovendo análise espacial e temporal mais eficiente
em estudos de planejamento e manejo de áreas naturais,
especificamente, aplicados às atividades Ecoturísticas,
de Educação e Interpretação Ambiental de trilhas
em Unidades de Conservação.
Por
isso o curso objetivou fornecer uma base teórica
e prática do conhecimento dos principais softwares
aplicados a esses estudos (zoneamento eco-turístico,
potenciais de uso e de risco, suscetibilidade
erosiva, entre outras).
Isto será feito mediante apresentação de exemplos
práticos de aplicação dos softwares OpenGIS (livres)
e comerciais, a exemplo do: SPRING, JUMP, ARCVIEW
GIS, entre os principais.
As
atividades práticas foram calcadas em demonstrar
como criar projetos utilizando o mapeamento de
trilhas, de áreas potenciais ao desenvolvimento
do turismo sustentável (ecoturismo, turismo esportivo,
etc.) e na criação (edição) e no uso de algoritmos
em estruturas vetoriais/matriciais, nas possibilidades
de análises geográficas simples e complexas e
na criação de banco de dados ambientais sobre
trilhas.
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03- |
Introdução
ao Planejamento e monitoramento de trilhas
interpretativas |
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instrutor:
Flávio
Zen
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A
principio toda e qualquer trilha pode ser útil para
EA, independente de seu estado de conservação ou
de características físicas e funcionais, tanto para
trilhas autoguiadas como guiadas, utilizando EA
formal ou não formal, com ou sem dinâmicas lúdicas
ou motivacionais.
Nesta
oficina, foi traçado um painel sobre as principais
etapas do planejamento de trilhas interpretativas,
seleção de indicadores e monitoramento de impactos,
sendo
abordados ainda comparações operacionais entre
trilhas guiadas e auto-guiadas e o uso de recursos
lúdicos para a sensibilização ambiental.
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04- |
Educação Ambiental
e Ecoturismo |
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Instrutor:
Prof Alexandre
de Gusmão Pedrini |
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Foram
abordados
conhecimentos básicos sobre as políticas explícitas
e implícitas a que a EA e o ecoturismo estão submetidas
(e as trilhas consequentemente), além do conteúdo
das declarações internacionais de ecoturismo de
Mohonk e Quebec.
Também
foi elaborada uma proposta de como adotar a EA,
segundo a Carta da Terra(1992) e Tbilisi (1987)
em trilhas ecoturísticas e junto com o professor
irão aperfeiçoá-la coletivamente (e, havendo interesse
dos alunos, aplicá-la, posteriormente, na sua
atividade cotidiana, com a colaboração do professor).
O
resultado esperado foi de que os alunos conhecessem
os pressupostos pedagógicos da EA para sua aplicação
numa atividade ecoturística, sendo a trilha a
estratégia de excelência para atingir este intento.
Serão apresentadas transparências e feitos trabalhos
práticos usando-se dinâmicas de grupo.
Foi
concedida
gratuitamente uma lista bibliográfica com cerca
de 60 referências (sobre trilhas e EA/Ecoturismo)
com o programa do curso (6 paginas)
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| 05- |
Roteiros
de Espeleoturismo e
atividades de Educação Ambiental em trilhas e cavernas |
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Instrutor:
L.
Afonso Vaz de Figueiredo |
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A
finalidade do presente curso foi promover reflexões
teórico-práticas sobre a atividade turística em
cavernas brasileiras, incluindo questões relativas
à gestão, manejo e atividades de Educação Ambiental
em roteiros de espeleoturismo.
- Noções
básicas de espeleologia;
- Aspectos
históricos e antropológicos do turismo em cavernas;
- Avaliação
de aptidão turística de cavernas;
- Análise
das potencialidades e dos impactos socioambientais
do turismo em sítios espeleológicos, com ênfase
nas cavernas, trilhas, ambiente do entorno e
sua relação com o patrimônio cultural da região;
- Experiências
em espeleoturismo, aproveitando a experiência
desenvolvida em unidades de conservação do Alto
Vale do Ribeira (São Paulo), PETAR e Núcleo
Caverna do Diabo (PEJ), além dos estudos em
andamento na região de Dianópolis (Tocantins);
- Estratégias
de educação ambiental apropriadas para o desenvolvimento
de roteiros de espeleoturismo, aproveitando
aspectos de percepção ambiental, das relações
sociedade-natureza;
- O
papel do monitor ou condutor ambiental e as
relações com as comunidades locais.
Trabalho
de Campo: Pretendeu-se criar uma situação prática
de aplicação de conhecimentos adquiridos e problematizar
a questão do potencial turístico em cavernas e
o desenvolvimento de roteiros de educação ambiental
e espeleoturismo. Sendo utilizado como estudo
de caso o roteiro das grutas do Parque Nacional
da Tijuca (Rio de Janeiro-RJ).
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